O ano de 2004 foi cenário de feitos significativos para o banco. O nível de lucro líquido chegou a US$ 141.7 MM marcando novo recorde na história da nossa instituição.

Cerimônia de encerramento da jornada bursátil
na Bolsa de Valores de Nova York,
em 11 de outubro de 2004
No tocante a administração da sua imagem corporativa e celebração dos seus 25 anos de operações na América Latina, foi feita uma atualização da sua marca de modo a refletir a realidade de um Bladex dinâmico, inovador, competitivo e especialista por excelência, no comércio exterior latino americano. A apresentação da nossa nova marca ocorreu no Panamá no dia 5 de Julho e o seu lançamento no mercado norte americano foi feito no dia 11 de Outubro quando pela primeira vez na nossa historia, a Bolsa de Valores de New York nos honrou com o “Dia Bladex”, cabendo ao Banco a cerimônia de encerramento das operações do dia.
Como parte de sua missão de responsabilidade social, durante o ano 2005, o Banco donou ao Museu do Canal Inter-Oceânico de Panamá a sala “O Canal em Mãos Panamenhas”. Além disso, nesse mesmo ano recebeu o prêmio EDUCO de “Investimento Social para a Educação”, outorgado pelo Conselho do Setor Privado para a Assistência Educacional do Panamá (COSPAE), por seu trabalho na construção e equipamento do Centro Educativo Marie Poussepin, localizado em um dos setores mais pobres do país.
Também em 2005, o Bladex firmou com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) um acordo que busca incentivar os fluxos comerciais na Região e que forma parte do Programa de Facilitação Financeira ao Comércio Exterior que promove dito organismo.
Em 2006, foi implementada uma série de ações tendentes a ampliar o negócio do Banco na Região. No âmbito comercial se incorporaram clientes corporativos, de forma tal que hoje as receitas da Instituição se dividem de modo equitativo entre bancos e companhias. Sob este mesmo foco, a Tesouraria do Banco foi transformada em uma fonte de receitas, criando um importante negócio de investimentos em emissões de bônus latino-americanos.
No mesmo ano, o Banco inaugurou um Escritório de Representação em Miami com o objetivo de captar negócios derivados das exportações dos Estados Unidos para a América Latina e o Caribe, aproveitando a importância logística desta cidade como primeiro centro exportador dos Estados Unidos para a nossa Região.
A criação de duas novas companhias completou as iniciativas do Banco durante este período. Estas são:
Clavex: Focalizada no treinamento e assessoria dentro do setor bancário e financeiro da Região.
Bladex Asset Management: Especialista em prover serviços de consultoria em investimentos, obtendo retornos positivos mediante o gerenciamento de risco, através de técnicas de administração de portfolios e coberturas.
Durante 2007 houve vários acontecimentos importantes para a Instituição, entre os quais podemos destacar:
- Moody’s melhorou a qualificação de risco de Bladex a “Baa2”
- O Banco firmou um acordo com o Banco de Desenvolvimento da China para fomentar oportunidades de negócios e investimento de infra-estruturas, assim como projetos comerciais na Região
- Bladex se incorporou ao índice Russell 3000
- O Banco celebrou 15 anos cotizando na Bolsa de Valores de Nova York
- Foi lançada a primeira emissão de bônus em moeda local latino-americana; o Peru foi o primeiro mercado de emissão.
Em maio de 2008, Standard & Poor’s melhorou a qualificação do Bladex de BBB- a BBB e, em julho, Fitch fez a mesma coisa, conferindo-lhe a qualificação de BBB. No mês de novembro, em conjunto com o Ministério de Comércio e Indústrias do Panamá, o Banco outorgou, por vez primeira, o Prêmio Bladex ao Exportador nas modalidades de “Inovação” e “Melhor Trabalho Jornalístico”.
Durante o ano 2008, o Bladex fechou um empréstimo sindicado por dois anos a seu favor, estabelecido inicialmente sobre um montante de US$150 milhões, obtendo-se compromissos por um valor final de US$245 milhões de um grupo de treze instituições financeiras.